Sabemos que a sensibilidade ao álcool varia muito de pessoa para pessoa. Enquanto alguns já sentem os efeitos do álcool no organismo com apenas uma latinha, outros podem beber a noite inteira e só sentir esses efeitos quando a noite estiver terminando.

Algumas pessoas sentem os efeitos desagradáveis do álcool bebendo apenas uma latinha de cerveja, ao mesmo tempo, muita gente é capaz de beber a noite inteira e só começar a enrolar a fala, perder o equilíbrio e esquecer a autocrítica quando o bar já está fechando. De acordo com a ciência, essas pessoas que demoram a sentir os efeitos do álcool são as mais propensas a se viciar.

Essa afirmação da ciência está baseada em um dos cerca de 25 mil genes que compõem o organismo. Todos nós temos 23 pares de cromossomos — um, herdado da mãe, e o outro, do pai. Segundo os estudos da equipe de pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, em 12% da população, ocorre uma mutação no gene CYP2e1, que é responsável por metabolizar o álcool no cérebro, e, em vez de duas cópias, essas pessoas possuem apenas um cromossomo ou até mesmo três. E foi dessa variação que veio a resposta para a tendência ao vício.

A relação entre o álcool e a hipertensão

A hipertensão arterial (HAS), junto com o consumo de álcool, estão entre os cinco principais fatores de risco responsáveis pelo crescimento mundial das doenças crônicas não transmissíveis.

A forma como o álcool é metabolizado por homens é diferente de como ele é metabolizado por mulheres. Isso acontece porque existem diversos fatores envolvidos, como, por exemplo: a relação de distribuição da gordura corporal, superfície corporal e a solubilidade do álcool.

A relação entre o álcool e o colesterol

Existem estudos que comprovam que a bebida pode trazer alguns benefícios à saúde, desde que seja consumida de forma moderada. Dentre esses benefícios, está a capacidade de promover o aumento na concentração de HDL (colesterol bom) no sangue.

O HDL é responsável por transportar o excesso de colesterol das artérias de volta para o fígado. Dessa forma, ele retarda a formação de placas. Ele está associado também à menor incidência de doenças cardiovasculares.

Descobrir como o seu corpo reage à bebida alcoólica é a melhor forma de poder consumi-la com moderação e sabedoria. O teste genético Nutrifit apresenta, em seu relatório, indicações sobre a sensibilidade ao álcool. Ele também indica outros marcadores nutricionais que irão ajudá-lo a alcançar uma melhor qualidade de vida.

Seu DNA sabe muito sobre você, inclusive a forma como você absorve os alimentos e pode tirar melhor proveito dos exercícios físicos.

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